NORMAS GERAIS PARA A VIDA DOS LOBOS 1. Coma 2. Descanse 3. Perambule nos intervalos 4. Seja leal 5. Ame os filhos 6. Queixe-se ao luar 7. Apure os ouvidos 8. Cuide dos ossos 9. Faça amor 10. Uive sempre CLARISSA PINKOLA ESTÉS, Ph.D. Cheyenne Wyoming
domingo, 27 de maio de 2012
Pense em alguém que seja poderoso...
Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo?
Lobos não gritam. Eles têm a aura de força e poder. Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.
Olhe.
Sorria.
Silencie.
Vá em frente.
Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.
Não é verdade !
Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.
Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.
Você pode escolher o silêncio.
Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenocrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar:
“Me arrependo de coisas que disse, mas jamais do meu silêncio".
Responda com o silêncio, quando for necessário. Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais. Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não responder em alguns momentos. Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.
Aldo Novak
domingo, 22 de maio de 2011
Canis lupus
O Canis lupus "ibérico", mostra modelos de comportamento concreto para informar sua posição social de domínio ou submissão. São constantes duelos pelo controle da liderança do grupo.
Espécies de Lobos

Lobo ou lobo-cinzento (Canis lupus) é o maior membro selvagem da família canidae.
É um sobrevivente da Era do Gelo originário durante o Pleistoceno Superior, cerca de 300 mil anos atrás.
O sequenciamento de DNA e estudos genéticos reafirmam que o lobo cinzento tem uma ancestralidade comum com o cão doméstico (Canis lupus familiaris).
Uma série de outras subespécies do lobo cinzento foram identificadas, embora o número real de subespécies ainda esteja em discussão.
Embora não seja tão adaptável a presença humana como as espécies de canídeos mais generalistas, os lobos tem se desenvolvido em florestas temperadas, desertos, montanhas, tundras, taigas, campos e até mesmo em algumas áreas urbanas.
O lobo-cinzento (Canis lupus), o lobo-vermelho (Canis rufus) e o lobo da etiópia (Canis simensis) são as três espécies oficiais de lobos, os demais são considerados subespécies.
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Sobre lobos
Ditado Popular
"Os lobos enxergam duas vezes mais que os homens, e são capazes de prever nossa próxima ação."
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Regra dos lobos

1-Respeite os mais velhos,
2-Ensine os jovens,
3-Coopere com o grupo,
4-Divirta-se quando puder,
5-Caçe quando precisar
6-Descanse nos intervalos,
7-Reparta suas afeições,
8-Manifeste seu sentimentos,
9-Deixe sua marca
A paciência e a esperteza do lobo vão muito além de identificar vítimas fáceis.
Eles observam e gravam vários traços e hábitos minúsculos da personalidade de sua presa.
Não importa o tamanho do inimigo.
O lobo morde e se afasta!Repete e repete.
Ele procura uma vitória a longo prazo, e não um sucesso imediato.
É a observação, a simplicidade de propósito, o trabalho em equipe, a curiosidade, a atenção nos detalhes e a inabalável paciência que fazem o sucesso do lobo.
O interessante é que esse respeito pela individualidade somente enfatiza a verdadeira unidade do grupo.
Cada lobo tem sua própria voz e cada um respeita a voz de seu companheiro...
Quando os lobos uivam juntos, todas as barreiras são rompidas, como se dissessem: "Somos únicos, mas somos um todo; então não se meta conosco ".
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Curiosidades 02
Curiosidades 01
Refúgio de Vida Silvestre da Ilha dos Lobos
É uma unidade de conservação federal do Brasil categorizada como refúgio de vida silvestre e criada por Decreto Presidencial em 04 de julho de 2005 com a mudança de categoria da antiga Reserva Ecológica Ilha dos Lobos, anteriormente criada por Decreto Presidencial em 04 de julho de 1983.
Está localizada em ilha marítima, na costa do município de Torres - Rio Grande do Sul.
Fonte: ://pt.wikipedia.org/wiki/Ref%C3%BAgio_de_Vida_Silvestre_da_Ilha_dos_Lobos
Está localizada em ilha marítima, na costa do município de Torres - Rio Grande do Sul.
Fonte: ://pt.wikipedia.org/wiki/Ref%C3%BAgio_de_Vida_Silvestre_da_Ilha_dos_Lobos
Trecho do livro Mulheres que correm com os lobos

Cresci
próximo à fronteira dos estados de Michigan e Indiana, cercada de bosques, pomares
e campos e perto dos Grandes Lagos. Ali, os trovões e os relâmpagos eram meu
principal alimento. Os milharais estalavam e falavam alto à noite. Mais ao norte, os
lobos vinham até as clareiras ao luar, para pular e uivar. Todos podíamos beber dos
mesmos regatos sem medo.
Embora eu não a chamasse por esse nome na época, meu amor pela Mulher
Selvagem começou quando eu era pequena. Eu era uma esteta, não uma atleta, e meu
único desejo era o de perambular em êxtase. A mesas e cadeiras, eu preferia o chão,
as árvores e as cavernas, porque nesses lugares eu sentia como se pudesse me
encostar no rosto de Deus.
O rio sempre queria ser visitado depois que escurecesse; os campos
precisavam de alguém que neles caminhasse para que pudessem farfalhar
conversando. As fogueiras precisavam ser feitas na floresta à noite; e as histórias
precisavam ser contadas onde os adultos não pudessem ouvir.
Tive a sorte de crescer na natureza. Lá, os raios me falaram da morte repentina
e da evanescência da vida. As ninhadas de camundongos revelavam que a morte era
amenizada pela nova vida. Ao desenterrar "contas de índios", trilobites da terra preta,
eu compreendia que os seres humanos estão por aqui há muito, muito tempo. Tive
aulas sobre a sagrada arte da autodecoração com borboletas pousadas no alto da
minha cabeça, vaga-lumes servindo de jóias durante as noites e rãs verde-esmeralda
como pulseiras.
Uma loba matou um de seus filhotes que estava mortalmente ferido. Para mim
foi como uma dura lição sobre a compaixão e a necessidade de permitir que a morte
venha aos que estão morrendo. As lagartas cabeludas que caíam dos seus galhos e
voltavam a subir, arrastando-se, me ensinaram a determinação. As cócegas do seu
caminhar no meu braço me revelaram como a pele pode ter vida própria. Subir ao
alto das árvores me mostrou como seria o sexo um dia.
Estes, Clarissa Pinkola
Mulheres que correm com os lobos: mitos e histórias do arquétipo da mulher
selvagem/de Clarissa Pinkola Estes;tradução de Waldéa Barcellos;
consultoria da coleção, Alzira M. Cohen. – Rio de Janeiro: Rocco, 1994
Mulheres que correm com os lobos
O título deste livro, Mulheres que correm com os lobos, mitos e histórias do
arquétipo da Mulher Selvagem, foi inspirado em meu estudo sobre a biologia de
animais selvagens, em especial os lobos. Os estudos dos lobos Canis lupus e Canis
rufus são como a história das mulheres, no que diz respeito à sua vivacidade e à sua
labuta.
Os lobos saudáveis e as mulheres saudáveis têm certas características
psíquicas em comum: percepção aguçada, espírito brincalhão e uma elevada
capacidade para a devoção. Os lobos e as mulheres são gregários por natureza,
curiosos, dotados de grande resistência e força. São profundamente intuitivos e têm
grande preocupação para com seus filhotes, seu parceiro e sua matilha. Tem
experiência em se adaptar a circunstâncias em constante mutação. Têm uma
determinação feroz e extrema coragem.
No entanto, as duas espécies foram perseguidas e acossadas, sendo-lhes
falsamente atribuído o fato de serem trapaceiros e vorazes,
excessivamente agressivos e de terem menor valor do que seus detratores. Foram
alvo daqueles que prefeririam arrasar as matas virgens bem como os arredores
selvagens da psique, erradicando o que fosse instintivo, sem deixar que dele restasse
nenhum sinal. A atividade predatória contra os lobos e contra as mulheres por parte
daqueles que não os compreendem é de uma semelhança surpreendente.
trecho do livro Mulheres que correm com os lobos, de CLARISSA PINKOLA ESTÉS, Ph.D. Cheyenne Wyoming
Mulheres que correm com os lobos

Todas nós temos anseio pelo que é selvagem. Existem poucos antídotos aceitos
por nossa cultura para esse desejo ardente. Ensinaram-nos a ter vergonha desse tipo
de aspiração. Deixamos crescer o cabelo e o usamos para esconder nossos
sentimentos. No entanto, o espectro da Mulher Selvagem ainda nos espreita de dia e
de noite. Não importa onde estejamos, a sombra que corre atrás de nós tem
decididamente quatro patas.
CLARISSA PINKOLA ESTÉS, Ph.D. Cheyenne Wyoming
O homem que viveu com os lobos - fotos


Como pessoas que não têm especial interesse por lobos podem se beneficiar o livro The Man Who Lives With Wolves (O homem que vive com os lobos?
O lobo pode ser interessar por qualquer pessoa: quem gosta e quem não gosta deles, quem tem cães domésticos ou não. Basta dar crédito ao que podem nos oferecer: eles são nossos professores supremos. Na minha opinião, a maior lição que podemos aprender deles é o valor de suas famílias. Na Inglaterra, temos problemas em socializar nossas crianças. Acredito no poder dos princípios dos lobos para a criação dos nossos jovens. O livro pode fazer com que as pessoas olhem para a vida de uma forma diferente.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/homem-viveu-lobos-shaun-ellis
O homem que viveu com os lobos

Shaun Ellis: despido, ele comeu a mesma comida dos lobos para ser aceito pelos animais
O britânico Shaun Ellis é especialista em comportamento de lobos. Em uma de suas pesquisas optou por viver ao lado dos lobos, como se fosse um deles, por um longo período, a fim de entender melhor como vivem esses animais e também para ajudá-los diante da ameaça da extinção.
Ele passou dois anos em meio a uma alcateia no Parque de Vida Selvagem Combe Martin, no Reino Unido com o objetivo era ensinar três filhotes órfãos de lobos canadenses a sobreviver na reserva natural.
Para tal, se alimentou e dormiu com os lobos, sem qualquer contato com humanos, até sentir que fazia realmente parte do mundo dos animais. "Acredito que os lobos têm segredos a serem compartilhados. E eles confiaram em mim o suficiente para dividi-los comigo", afirma o pesquisador.
A experiência resultou no livro The Man Who Lives With Wolves (O homem que vive com os lobos), escrito em parceria com o jornalista Penny Junor.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/homem-viveu-lobos-shaun-ellis
Doenças
As doenças mais comuns transportadas por lobos incluem a brucelose, febre, leptospirose, febre aftosa e carbúnculo. Os lobos são grandes anfitriões da raiva na Rússia, Irã, Afeganistão, Iraque e Índia.
Embora os lobos não sejam reservatórios da doença, eles podem pegar de outras espécies. Os lobos desenvolveram um estado extremamente grave e agressivo, quando enraivecidos podem morder várias pessoas em um único ataque. Antes de uma vacina ser desenvolvida, as mordidas são quase sempre fatais. Hoje, as mordidas de lobos raivosos podem ser tratadas, mas a gravidade dos ataques dos lobos raivosos às vezes podem resultar em morte, ou uma mordida perto da cabeça fará a doença agir muito rápido para o tratamento ter efeito. Ataques raivosos tendem a se aglomerar no inverno e na primavera. Com a redução da raiva na Europa e América do Norte, poucos ataques de lobos raivosos foram registrados, embora alguns ainda ocorrem anualmente no Oriente Médio.
Os lobos também carregam o coronavírus canino, sendo as infecções mais prevalentes nos meses de inverno.
Os lobos registrados na Rússia transportavam mais de 50 tipos diferentes de parasitas nocivos, incluindo echinococcus, cisticercose, e coenuri.
Os lobos também são portadores de trichinella spiralis. Entre 1993-94, 148 carcaças de lobos perto de Fairbanks no Alasca foram examinadas e 36% (aprox. 54 carcaças) estavam infectadas. A prevalência de trichinella spiralis em lobos é significativamente relacionada com a idade.
Os lobos podem levar neospora caninum, que é de particular interesse para os agricultores, como a doença pode ser transmitida para animais domésticos, em animais infectados é de 3 a 13 vezes mais chances de abortar do que aqueles que não estão infectados.
Apesar do hábito de portar doenças perigosas, grandes populações de lobos não são fortemente reguladas por surtos de epizootias como ocorre com os outros canídeos sociais. Isto é principalmente devido ao hábito dos lobos infectados desocupar as respectivas alcatéias, evitando assim o contágio em massa.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo
Embora os lobos não sejam reservatórios da doença, eles podem pegar de outras espécies. Os lobos desenvolveram um estado extremamente grave e agressivo, quando enraivecidos podem morder várias pessoas em um único ataque. Antes de uma vacina ser desenvolvida, as mordidas são quase sempre fatais. Hoje, as mordidas de lobos raivosos podem ser tratadas, mas a gravidade dos ataques dos lobos raivosos às vezes podem resultar em morte, ou uma mordida perto da cabeça fará a doença agir muito rápido para o tratamento ter efeito. Ataques raivosos tendem a se aglomerar no inverno e na primavera. Com a redução da raiva na Europa e América do Norte, poucos ataques de lobos raivosos foram registrados, embora alguns ainda ocorrem anualmente no Oriente Médio.
Os lobos também carregam o coronavírus canino, sendo as infecções mais prevalentes nos meses de inverno.
Os lobos registrados na Rússia transportavam mais de 50 tipos diferentes de parasitas nocivos, incluindo echinococcus, cisticercose, e coenuri.
Os lobos também são portadores de trichinella spiralis. Entre 1993-94, 148 carcaças de lobos perto de Fairbanks no Alasca foram examinadas e 36% (aprox. 54 carcaças) estavam infectadas. A prevalência de trichinella spiralis em lobos é significativamente relacionada com a idade.
Os lobos podem levar neospora caninum, que é de particular interesse para os agricultores, como a doença pode ser transmitida para animais domésticos, em animais infectados é de 3 a 13 vezes mais chances de abortar do que aqueles que não estão infectados.
Apesar do hábito de portar doenças perigosas, grandes populações de lobos não são fortemente reguladas por surtos de epizootias como ocorre com os outros canídeos sociais. Isto é principalmente devido ao hábito dos lobos infectados desocupar as respectivas alcatéias, evitando assim o contágio em massa.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo
Maturidade sexual

Os lobos geralmente atingem a maturidade sexual após dois ou três anos, altura em que muitos deles vão ser obrigados a abandonar os seus locais de nascimento e procurarem companheiros e territórios próprios.
Lobos que atingem a maturidade geralmente vivem de seis a dez anos na selva, embora em cativeiro eles podem viver até o dobro da idade.
As taxas de mortalidade elevada dão-lhes uma baixa expectativa de vida global. As crias morrem quando o alimento é escasso, pois eles podem também ser alvos de predadores, como ursos, tigres, lobos adultos ou outros animais selvagens.
As causas mais significativas de mortalidade para os lobos são as cultivadas caça e pesca, acidentes de carro e ferimentos ocorridos durante a caça. Apesar de lobos adultos poderem, ocasionalmente, serem mortos por outros predadores, os grupos de lobos rivais são muitas vezes os mais perigosos inimigos não-humanos.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo
Reprodução dos lobos
Geralmente, o acasalamento ocorre entre os meses de janeiro e abril, quanto maior a latitude, mais tarde ele ocorre. Uma alcatéia geralmente produz uma ninhada única, salvo os companheiros reprodutores machos com uma ou mais fêmeas subordinadas.
Durante a época de acasalamento, os lobos de reprodução tornam-se muito carinhosos um com o outro em antecipação do ciclo de ovulação da fêmea. A tensão aumenta à medida que cada alcatéia de lobo madura sente-se instado acasalada. Durante este tempo, a dupla líder de reprodução pode ser forçada a impedir que outros lobos se acasalem um com o outro.
Incestos raramente ocorrem, embora a depressão por endogamia tem sido relatada a ser um problema para os lobos em Saskatchewan e Isle Royale.
Quando a fêmea reprodutora entra no cio (que ocorre uma vez por ano e dura 5-14 dias), ela e seu companheiro passam um longo tempo em reclusão. Feromonios na urina da fêmea e do inchaço da sua vulva dar a conhecer ao macho que a ela está no cio. A fêmea é receptiva nos primeiros dias de estro, período durante o qual ela lança o revestimento do útero, mas quando ela começa a ovular novamente, ocorre o acasalamento com o parceiro.
Um lobo filhote em compania de sua mãeO período de gestação dura entre 60 e 63 dias. Os filhotes, que pesam cerca de 0,5 kg ao nascimento, são cegos, surdos e completamente dependentes de suas mães. O tamanho da ninhada média é de 5-6 crias, embora há dois registros soviéticos de ninhadas com 17 filhotes.
Os filhotes residem na cova e permanesem lá por dois meses. A toca é geralmente em terreno alto perto de uma fonte de água aberta, e tem uma câmara aberta no final de um túnel subterrâneo ou encosta que pode ser de até alguns metros de comprimento.
Durante este tempo, os filhotes se tornam mais independentes e acabam começando a explorar a área imediatamente fora da cova antes de vaguear gradualmente até um quilômetro de distância da mesma em cerca de cinco semanas de idade.
A taxa de crescimento dos lobos são mais lentas do que o dos coiotes e cães selvagens.Eles começam a comer alimentos regurgitados após duas semanas de que se alimentam de leite, que em lobos tem menos gordura e arginina e mais proteína do que o leite canino.
Por esta altura, seus dentes de leite surgem e eles estão totalmente desmamados após 10 semanas. Durante as primeiras semanas de desenvolvimento, normalmente a mãe permanece com sua ninhada sozinha, mas, eventualmente, a maioria dos membros do grupo contribuam para a criação dos filhotes, de alguma forma.
Após dois meses, os filhotes inquietos são levados para um local de encontro, onde podem permanecer em segurança quando a maioria dos adultos saem para caçar. Um ou dois adultos ficam para trás para garantir a segurança dos filhotes. Depois de mais algumas semanas, os filhotes são permitidos para se juntar aos adultos se eles forem capazes, e terão prioridade sobre qualquer animal caçado. Deixando a caçada dos filhotes para comer privilégios dos resultados em um ranking secundário sendo formados entre eles, e lhes permite a prática dos rituais de dominação/submissão que seram essenciais para a sua sobrevivência futura na vida da alcatéia. Durante a caça, os filhotes permanecem observadores até atingirem cerca de oito meses de idade, época em que eles são grandes o suficiente para participar ativamente.
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo
Durante a época de acasalamento, os lobos de reprodução tornam-se muito carinhosos um com o outro em antecipação do ciclo de ovulação da fêmea. A tensão aumenta à medida que cada alcatéia de lobo madura sente-se instado acasalada. Durante este tempo, a dupla líder de reprodução pode ser forçada a impedir que outros lobos se acasalem um com o outro.
Incestos raramente ocorrem, embora a depressão por endogamia tem sido relatada a ser um problema para os lobos em Saskatchewan e Isle Royale.
Quando a fêmea reprodutora entra no cio (que ocorre uma vez por ano e dura 5-14 dias), ela e seu companheiro passam um longo tempo em reclusão. Feromonios na urina da fêmea e do inchaço da sua vulva dar a conhecer ao macho que a ela está no cio. A fêmea é receptiva nos primeiros dias de estro, período durante o qual ela lança o revestimento do útero, mas quando ela começa a ovular novamente, ocorre o acasalamento com o parceiro.
Um lobo filhote em compania de sua mãeO período de gestação dura entre 60 e 63 dias. Os filhotes, que pesam cerca de 0,5 kg ao nascimento, são cegos, surdos e completamente dependentes de suas mães. O tamanho da ninhada média é de 5-6 crias, embora há dois registros soviéticos de ninhadas com 17 filhotes.
Os filhotes residem na cova e permanesem lá por dois meses. A toca é geralmente em terreno alto perto de uma fonte de água aberta, e tem uma câmara aberta no final de um túnel subterrâneo ou encosta que pode ser de até alguns metros de comprimento.
Durante este tempo, os filhotes se tornam mais independentes e acabam começando a explorar a área imediatamente fora da cova antes de vaguear gradualmente até um quilômetro de distância da mesma em cerca de cinco semanas de idade.
A taxa de crescimento dos lobos são mais lentas do que o dos coiotes e cães selvagens.Eles começam a comer alimentos regurgitados após duas semanas de que se alimentam de leite, que em lobos tem menos gordura e arginina e mais proteína do que o leite canino.
Por esta altura, seus dentes de leite surgem e eles estão totalmente desmamados após 10 semanas. Durante as primeiras semanas de desenvolvimento, normalmente a mãe permanece com sua ninhada sozinha, mas, eventualmente, a maioria dos membros do grupo contribuam para a criação dos filhotes, de alguma forma.
Após dois meses, os filhotes inquietos são levados para um local de encontro, onde podem permanecer em segurança quando a maioria dos adultos saem para caçar. Um ou dois adultos ficam para trás para garantir a segurança dos filhotes. Depois de mais algumas semanas, os filhotes são permitidos para se juntar aos adultos se eles forem capazes, e terão prioridade sobre qualquer animal caçado. Deixando a caçada dos filhotes para comer privilégios dos resultados em um ranking secundário sendo formados entre eles, e lhes permite a prática dos rituais de dominação/submissão que seram essenciais para a sua sobrevivência futura na vida da alcatéia. Durante a caça, os filhotes permanecem observadores até atingirem cerca de oito meses de idade, época em que eles são grandes o suficiente para participar ativamente.
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo
Sentidos
Embora tenha um olfato relativamente fraco quando comparado a outros canídeos, o lobo possui uma audição bastante apurada, ao ponto de ser capaz de ouvir a queda de folhas das árvores durante o outono. Sua visão noturna é a mais avançada da família dos canídeos
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo
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